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Acham fóssil com pele intacta de dinossauro

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Uma das mais preservadas amostras de pele de dinossauro que se tem achado até o momento, está sendo testada no Síncroton Canadense Canadian Light Source ( CLS ), para determinar sua coloração original e explicar como conseguiu se conservar por aproximadamente 70 milhões de anos. O físico Mauricio Barbi, da Universidade de Regina, disse que a peça pertence a um hadrossauro, um dinossauro que tinha o focinho semelhante ao bico de um pato, que viveu no último período cretáceo (classificado entre 65 e 100 milhões de anos atrás). O fóssil do animal foi achado junto ao leito de um rio, perto de Grande Prairie, no estado Canadense de Alberta. Barbi referiu que no momento da escavação, a equipe pensou que se tratasse de uma impressão de pele na rocha. No entanto, a medida que avançavam com o trabalho, perceberam que se tratava de pele real. Este é o terceiro espécime tridimensional de pele de dinossauro achado no mundo inteiro -completou Barbi. Os cientistas usarão o CLS para observar os mel...

Outro duro golpe ao conto da evolução.

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Achados em fósseis australianos deram um duro golpe à teoria da evolução. Novamente se trata de um peixe ( vide artigo sobre o celacanto ), ou melhor, de um conjunto deles. Os peixes extintos em questão são chamados " placodermos ", um grupo de peixes blindados que teriam sido os primeiros vertebrados a desenvolver mandíbulas. Sua origem é um enigma para a ciência evolucionista. O que os pesquisadores esperavam era um animal muito mais primitivo, no entanto o que descobriram foi uma criatura totalmente projetada, um peixe blindado cheio de músculos. Os fósseis apresentam características detalhadas de tecidos moles, incluindo os pontos precisos onde os músculos se ligam aos ossos. Estes detalhes permitem aos paleontólogos reconstruir a anatomia do peixe agora extinto. Devido a tudo isto, os evolucionistas terão que inventar outro conto para explicar como as mandíbulas vieram à existência. Durante décadas se acreditou que os placodermos tinham mandíbulas semelhantes às dos t...

O peixe que deixou a teoria da evolução em cheque.

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Até 1938 os evolucionistas exibiam o fóssil do celacanto com orgulho por considerá-lo o elo perdido entre os peixes e os animais terrestres. Extinto há cerca de 70 milhões de anos segundo a teoria, era um peixe que teria desenvolvido pulmões e teria se adaptado a viver fora da água, dando origem aos tetrápodes, grupo que inclui os anfíbios, répteis, aves e mamíferos. Cabe ressaltar que tecidos como pulmões e outros órgãos dificilmente fossilizam pelo que os pesquisadores se baseiam em outras estruturas para tirar suas conclusões. Continuando... até 1938 o peixe era conhecido somente pelo registro fóssil mas aí veio a bomba que sacudiu os alicerces da teoria evolutiva: Naquele ano em East London, África do Sul, foi pego por acidente o primeiro celacanto vivo. Ao trabalhar com o espécime, os pesquisadores perceberam que o animal não possuía pulmões ou qualquer órgão "em evolução" entre peixe e anfíbio e que apesar de terem se passado "70 milhões de anos", o peixe mant...

Cinco animais que colocam em xeque a Teoria da Evolução.

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Os seres vivos podem sofrer pequenas modificações em períodos curtos de tempo. Estas modificações que decorrem de mutações no DNA, da adaptação ao ambiente e dos cruzamentos, são englobadas na denominada “Microevolução”. A microevolução pode ser observada, pois ocorre dentro de um período curto e acontece sempre no nível taxonômico de “espécie" ou abaixo deste, ou seja, a microevolução não produz especiação. Uma das coisas que divide o mundo científico é justamente esta. Por um lado há os que acreditam que microevolução e macroevolução (melhor conhecida como “teoria da evolução de Darwin”) vão por caminhos separados. Por outro lado existem cientistas que preferem acreditar que a macroevolução é a soma de vários processos microevolutivos no decorrer de milhões de anos, algo impossível de ser observado e que foge do método científico habitual. A simples extrapolação de micro para macroevolução é uma explicação menos que suficiente, pois o registro fóssil, na realidade, mostra que as...

Estamos sozinhos no Universo?

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Em 1961 o astrônomo e astrofísico Frank Drake deu a conhecer a equação que leva seu nome, que permite estimar o número de civilizações extraterrestres ativas em nossa galáxia, com as quais poderíamos ter chances de estabelecer comunicação. Um dos cientistas que trabalhou com ele, Carl Sagan, fez posteriormente a estimativa de um milhão de civilizações ao aplicar a equação. Estima-se que a Via Láctea tenha um diâmetro equivalente a 100.000 anos-luz. O número dos planetas descobertos que orbitam estrelas aumenta a cada informe. Muitos deles estão sendo classificados como pertencentes à zona habitável dos seus sistemas planetários e vários têm um tamanho similar ao da Terra. Em resumo e cientificamente falando, é improvável que a Terra seja o único planeta que albergue vida na Via Láctea, quanto mais no universo conhecido. E teologicamente falando: a Bíblia menciona alguma coisa sobre seres de outros mundos? Estamos sozinhos no universo? A continuação apresento alguns textos que podem se...

Isto é o que acontece com seu intestino depois de consumir a dieta típica Americana.

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Para investigar a fundo a relação entre o câncer de cólon e a ingesta de gorduras e fibras na dieta, cientistas da Universidade de Pittsburgh em conjunto com pesquisadores da Universidade de KwaZulu-Natal, entre outros, utilizaram um método que poderia cair bem como argumento de um documentário ou até de um reality show. Os cientistas resolveram intercambiar o tipo de alimentação entre dois grupos, um de Americanos Afro-descendentes e outro de Zulus nativos da África.  Faz algum tempo que se diz que o desenvolvimento do câncer de cólon está associado ao consumo de uma dieta rica em gordura e proteína animal, e baixa em fibras. O interessante de este estudo é que em um período curto apareceram alterações intestinais precursoras do câncer de cólon. A investigação foi publicada na revista Nature Communications . Pelo período de duas semanas e sob estrita supervisão, os 20 voluntários Zulus de dedicaram a consumir alimentos típicos da dieta norte-americana a qual continha uma quantidad...

Quem consome carne processada vive menos, aponta estudo.

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Existem muitas fontes na literatura internacional que apontam os riscos de consumir uma dieta rica em proteína animal e gorduras. Na mesma linha e com o advento das carnes processadas que incluem embutidos e fast food, os cientistas têm se voltado a estudar especificamente os malefícios deste tipo de alimento. Um dos estudos que aborda este assunto foi o publicado por um grupo de mais de 40 cientistas europeus, que avaliou o estilo de vida de mais de 448.000 pessoas de diferentes países da Europa. A pesquisa concluiu que homens e mulheres com alto consumo de carne processada estão sujeitos a uma morte precoce, em particular a causa de câncer e doenças cardiovasculares. O artigo completo é de acesso gratuito e pode ser conferido em inglês aqui. Os exemplos mais conhecidos de carnes processadas são o presunto, o bacon ou toucinho, o pastrami e o salame. No entanto, carne processada é qualquer carne preservada através de cura, salga ou adição de conservantes. Isso quer dizer que salsichas...