Quem consome carne processada vive menos, aponta estudo.
Existem muitas fontes na literatura internacional que apontam os riscos de consumir uma dieta rica em proteína animal e gorduras. Na mesma linha e com o advento das carnes processadas que incluem embutidos e fast food, os cientistas têm se voltado a estudar especificamente os malefícios deste tipo de alimento.
Um dos estudos que aborda este assunto foi o publicado por um grupo de mais de 40 cientistas europeus, que avaliou o estilo de vida de mais de 448.000 pessoas de diferentes países da Europa. A pesquisa concluiu que homens e mulheres com alto consumo de carne processada estão sujeitos a uma morte precoce, em particular a causa de câncer e doenças cardiovasculares. O artigo completo é de acesso gratuito e pode ser conferido em inglês aqui.
Os exemplos mais conhecidos de carnes processadas são o presunto, o bacon ou toucinho, o pastrami e o salame. No entanto, carne processada é qualquer carne preservada através de cura, salga ou adição de conservantes. Isso quer dizer que salsichas, linguiças, hambúrgueres e patês, tanto de carnes brancas como vermelhas, também entram na nossa lista de alimentos perigosos.
Sendo o consumo de carnes processadas um fator de risco facilmente modificável, os cientistas recomendaram que o consumo não exceda 20g ao dia, caso a pessoa veja muita dificuldade em eliminar totalmente este tipo de alimento.
"Amado, oro para que você tenha boa saúde e tudo lhe corra bem, assim como vai bem a sua alma". 3 João 1:2.
© Daniel Andrés.
Fontes:
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