Outro duro golpe ao conto da evolução.



Achados em fósseis australianos deram um duro golpe à teoria da evolução. Novamente se trata de um peixe (vide artigo sobre o celacanto), ou melhor, de um conjunto deles. Os peixes extintos em questão são chamados "placodermos", um grupo de peixes blindados que teriam sido os primeiros vertebrados a desenvolver mandíbulas. Sua origem é um enigma para a ciência evolucionista.

O que os pesquisadores esperavam era um animal muito mais primitivo, no entanto o que descobriram foi uma criatura totalmente projetada, um peixe blindado cheio de músculos. Os fósseis apresentam características detalhadas de tecidos moles, incluindo os pontos precisos onde os músculos se ligam aos ossos. Estes detalhes permitem aos paleontólogos reconstruir a anatomia do peixe agora extinto. Devido a tudo isto, os evolucionistas terão que inventar outro conto para explicar como as mandíbulas vieram à existência.

Durante décadas se acreditou que os placodermos tinham mandíbulas semelhantes às dos tubarões modernos —articuladas lado a lado com músculos orientados para o lado. No entanto, o que foi descoberto é que a articulação do crânio com o maxilar inferior dos placodermos é do tipo superior-inferior. Logicamente, eles não poderiam abrir ou fechar a boca a menos que existissem músculos nos lugares certos.

O relato evolucionista afirma que os primeiros peixes a evoluir mandíbulas não tinham ainda a musculatura necessária para usá-las de forma efetiva e coordenada. Isto difere do que a ciência descobriu: os placodermos tinham toda a musculatura necessária para utilizar suas mandíbulas de forma adequada e completa. As evidências mostram que a anatomia dos placodermos difere radicalmente do modelo "tubarão" utilizado por décadas.

A ciência provou que estes peixes supostamente primitivos —propostos como representantes e evidência da evolução da mandíbula nos vertebrados— na verdade apresentavam uma estrutura totalmente formada e funcional, sem um sinal sequer de transição evolutiva. O achado forçou aos investigadores a inventar uma nova hipótese para o velho conto da evolução: os placodermos teriam passado por um processo de involução, perdendo os músculos da mandíbula, só para re-evoluir mais tarde... Agora tudo faz sentido.

A realidade é que esta descoberta científica mostra claramente que os placodermos, supostamente os peixes mandibulados mais primitivos, tinham tudo o que precisavam desde o início. Tudo indica que foram criados, no entanto evolucionistas continuarão a inventar histórias mirabolantes só para não ter que aceitar a hipótese de um Criador. 

© Daniel Andrés.


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