"Que seu remédio seja seu alimento...


...E que seu alimento seja seu remédio". Palavras ditas por Hipócrates (460-377 a.C.) considerado o pai da medicina moderna e colocado entre os grandes intelectuais da época como Sócrates e Aristóteles. "Diga-me o que comes e te direi quem és" cita Jean A. Brillat-Savarin (1755-1826) no seu tratado de gastronomia 'A fisiologia do gosto'. "Nada beneficiará tanto a saúde humana e aumentará as chances de sobrevivência da vida na Terra quanto a evolução para uma dieta vegetariana", disse Albert Einstein (1879-1955), que na última etapa da sua vida adotou um regime vegetariano.

Na atualidade existe uma infinidade de provas científicas que podem corroborar as citações acima e outras sobre os benefícios da alimentação saudável. Também é comum encontrar na mídia matérias com títulos como "Os alimentos Top 10 para uma boa saúde" ou "A dieta para chegar aos 100 anos". Existe muita informação disponível ao respeito e ao ver o aumento das doenças crônicas na população a pergunta que naturalmente surge é: o quê fazem as pessoas com toda essa informação?

É um fato que a expectativa de vida aumentou em muitos países do mundo. As pessoas vivem mais do que em décadas atrás e é verdade que isso muito se deve à alimentação. E aqui estou falando da alimentação como conceito pois décadas atrás (e em muitos países ainda hoje) as pessoas não dispunham de alimento suficiente o que comprometia seu crescimento, seu desenvolvimento, sua saúde e por consequência sua expectativa de vida.

Lamentavelmente hoje alimentos classificados como Junk Food fazem parte do nosso dia a dia. Vivemos em um mundo cada vez mais depressivo e cada vez mais obeso. Trocamos as doenças agudas do passado que matavam rapidamente por doenças crônicas que nos matam lentamente. Doenças como aterosclerose, hipertensão arterial e diabetes tipo 2, são condições que anos atrás pensavam-se impossíveis em crianças, no entanto hoje são uma realidade.

É interessante ver como muitos profissionais, organizações e celebridades de influência mundial, promovem uma alimentação saudável, seja por meio de campanhas, palestras, apelos ou com a vida pública. Mais interessante ainda, é ver que muitos dos conselhos modernos sobre alimentação saudável podem ser encontrados em escritos de cerca de 3500 anos de antiguidade, o Pentateuco de Moisés.

Em Gênesis 1:29 podemos observar que a dieta original dada por Deus para Adão e Eva consistia em vegetais, frutas e sementes. Após o dilúvio, quando Noé e sua família saíram da arca, Deus permitiu o consumo de carne (Gênesis 9:2-4). Entretanto Deus fez diferença entre animais puros e imundos, antes do dilúvio (Gênesis 7:2) e também depois dele quando entregou a Moisés as leis de alimentação para Israel as que podem ser estudadas em Levítico 11 e Deuteronômio 14.

A escritora adventista Ellen G. White (1827-1915) também dedicou centos de páginas ao assunto da alimentação saudável décadas antes de que o método científico corroborasse muitas das suas afirmações.

No seu livro Conselhos sobre o regime alimentar p. 81 podemos ler “Cereais, frutas, nozes e verduras constituem o regime dietético escolhido por nosso Criador. Estes alimentos, preparados da maneira mais simples e natural possível, são os mais saudáveis e nutritivos. Proporcionam uma força, uma resistência e vigor intelectual, que não são promovidos por uma alimentação mais complexa e estimulante.”

Para ter direito à garantia de qualquer produto é preciso seguir as orientações do fabricante. Ocorre da mesma forma com o corpo humano. Deus se compromete a mante-lo com saúde desde que sigamos Suas orientações. 

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© Daniel Andrés.


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