Cinco animais que colocam em xeque a Teoria da Evolução.
Os seres vivos podem sofrer pequenas modificações em períodos curtos de tempo. Estas modificações que decorrem de mutações no DNA, da adaptação ao ambiente e dos cruzamentos, são englobadas na denominada “Microevolução”. A microevolução pode ser observada, pois ocorre dentro de um período curto e acontece sempre no nível taxonômico de “espécie" ou abaixo deste, ou seja, a microevolução não produz especiação.
Uma das coisas que divide o mundo científico é justamente esta. Por um lado há os que acreditam que microevolução e macroevolução (melhor conhecida como “teoria da evolução de Darwin”) vão por caminhos separados. Por outro lado existem cientistas que preferem acreditar que a macroevolução é a soma de vários processos microevolutivos no decorrer de milhões de anos, algo impossível de ser observado e que foge do método científico habitual.
A simples extrapolação de micro para macroevolução é uma explicação menos que suficiente, pois o registro fóssil, na realidade, mostra que as espécies sempre tendem a não mudar muito, permanecendo resistentes a mudanças inclusive por “milhões de anos”. A seguir apresento somente 5 exemplos de animais que permaneceram sem modificações apesar do tempo.
Tubarão-cobra
Também chamado de tubarão-enguia, é uma espécie que se julgava extinta. Tem cerca de dois metros de comprimento e habita águas em profundidades que vão desde 600 a 1000 metros. Já foram encontrados fósseis de “80 milhões de anos” deste animal, com características praticamente idênticas às dos exemplares vivos da atualidade.Caranguejo-ferradura
Também conhecido como límulo, é um artrópode quelicerado marinho, ou seja, é um invertebrado com exoesqueleto e várias pernas articuladas que ademais apresenta quelíceras aos lados da boca (como as aranhas e os escorpiões) usadas para apanhar suas presas. Um fato interessante sobre estes animais é que ao invés de ter hemoglobina no sangue, eles têm hemocianina, o que faz que seu sangue seja da cor azul. Os fósseis datados em 400 milhões de anos de antiguidade também não apresentam diferenças significativas com os exemplares vivos atuais.Triops
São pequenos crustáceos de água doce que apresentam dois olhos compostos e um ocelo, ou olho primitivo. Estes artrópodes podem ser achados em todos continentes com exceção da Antártica. Sobrevivem em pequenas lagoas ou poças de chuva e quando há seca, morrem ou entram em um estado de diapausa (uma espécie de “stand-by”) para retomar suas atividades só quando a chuva volte a encher as lagoas. Os exemplares atuais não têm mudado, pelo menos na sua morfologia externa, nos últimos “220 milhões de anos”. Monoplacóforos
São uma classe de moluscos que habitaram os mares há 500 milhões de anos, segundo a visão evolucionista do registro fóssil. No entanto em 1952 foram encontrados os primeiros exemplares vivos destes animais que habitam em águas profundas do Pacífico, Atlântico Sul e Índico. É interessante que apesar de terem se passado “milhões de anos” estes moluscos ainda apresentam uma anatomia primitiva praticamente idêntica à encontrada no registro fóssil.Baratas
Apesar de serem muito cosmopolitas, estima-se que menos de 1% conviva com humanos. Se diz também que em caso de um “apocalipse” nuclear ou de outro tipo, seriam estas um dos poucos seres vivos que restariam sobre a faz da Terra. Isto porque, na visão evolucionista, as baratas vêm se adaptando às adversidades do planeta há mais de 300 milhões de anos. No entanto, apesar do “tempo” e dos mais de 5000 tipos de barata que existem, a barata continua sendo barata.© Daniel Andrés.
Fontes:
- Wikipedia 1,2,3,4,5.
- Reinventing Darwin: The Great Debate at the High Table of Evolutionary Theory - Wiley; 1 edition.
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