O Design Inteligente na pele das Cobras.
“Então o Senhor Deus disse à serpente: Porquanto fizeste isto, maldita serás mais que toda a fera, e mais que todos os animais do campo; sobre o teu ventre andarás, e pó comerás todos os dias da tua vida” Gênesis 3:14.
No relato do Gênesis é mencionado que após a entrada do pecado no jardim do Éden, a serpente foi condenada a se arrastar. Isto quer dizer que antes da “maldição” de Deus, este animal não precisava se arrastar para se locomover, pelo que sua anatomia –desde o nível macroscópico até o nível molecular– com certeza era muito diferente do que conhecemos hoje. Existem autores que afirmam que antes da queda, a serpente tinha asas. Por outro lado, uma pesquisa recente mostrou o fóssil de uma cobra que possuía patas.
Se arrastar não é fácil. Tente se enrolar em um lençol bem apertado e ter um décimo da agilidade que uma cobra tem. Qual é o segredo da agilidade das serpentes?
Se arrastar não é fácil. Tente se enrolar em um lençol bem apertado e ter um décimo da agilidade que uma cobra tem. Qual é o segredo da agilidade das serpentes?
Aparentemente o segredo foi desvendado por pesquisadores da Universidade de Oregon. O engenheiro químico Joe Baio em parceria com o zoologista Stanislav Gorb, descobriram que a lubrificação das escamas da barriga das cobras é diferente da apresentada nas costas do animal. As moléculas lipídicas que revestem o ventre do animal estão bem ordenadas enquanto as das costas não. Esta disposição molecular faz com que o animal gere muito menos atrito ao se deslizar com a barriga do que de costas.
DIFERENÇAS NA DISTRIBUIÇÃO MOLECULAR NA BARRIGA E NAS COSTAS DA COBRA.
Segundo Joe Baio, “trata-se de algo extremamente organizado, e não de algum tipo de gordura que tenha aparecido lá por acaso. Está lá por um motivo”. Os estudos começaram com a cobra-rei californiana, mas foram encontradas resultados similares em outras cobras.
A ciência mostra que a barriga das serpentes é extremamente organizada e planejada para um objetivo claro: locomoção. Existe um design inteligente na anatomia destes animais e para os criacionistas este designer é Deus. O ponto central deste texto é demonstrar que apesar de que Deus amaldiçoou à serpente do Gênesis, não a deixou sem os meios para sobreviver. Houve mudança na anatomia do animal –desde o nível macroscópico até o nível molecular– com o objetivo de preservar ecossistemas completos
© Daniel Andrés.
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