Cientistas recuperam vasos sanguineos e células de Tyrannosaurus rex.



Na última década, cientistas paleobiólogos têm encontrado tecido mole dentro de fósseis de dinossauros. Estes tecidos parecem frescos. De fato, as 3 fotografias que aparecem na imagem acima são reais. Para muitos, a descoberta sugere que talvez estes animais tenham morrido não há milhões, mas apenas há milhares de anos atrás. É claro que a comunidade evolucionista não aceita estes resultados e atribuem a conservação dos tecidos a uma série de fatores.

Em 2005, a equipe liderada pela Dra. Mary Schweitzer resolveu quebrar um precioso fóssil de fêmur de Tyrannosaurus rex para procurar possíveis tecidos moles preservados. A equipe descobriu filamentos flexíveis, transparentes e ocos, semelhantes a vasos sanguíneos, com possíveis restos de hemácias (glóbulos vermelhos) e osteócitos (células encarregadas da manutenção dos ossos). O espécime estudado procedia do estado de Montana, nos Estados Unidos.

A descoberta foi recebida com ceticismo por parte da comunidade científica (pois muitos são evolucionistas e outros têm medo de cair na “fogueira intelectual” por causa da sua fé) e a Dra. Schweitzer teve problemas para publicar seus resultados. Inclusive um dos revisores disse que nenhum dado o convenceria, pois sabia que o que ela tinha encontrado era impossível. Outros começaram alegar que a amostra estava contaminada por fontes externas ou que era produto de biofilmes bacterianos.

Foi dessa forma que os evolucionistas descartaram esta forte evidência que atacava diretamente à teoria darwinista em seu contexto temporal. No entanto, em 2009, a equipe de Schweitzer conseguiu novamente a façanha e desta vez isolaram a peça inteira antes da análise, para evitar críticas sobre uma possível contaminação.

Outra equipe de pesquisadores se apresentou na Conferência anual de Geofísica do Pacífico Ocidental, em Cingapura, no ano de 2012. Eles revelaram os resultados da datação por carbono-14 realizados em ossos de 8 dinossauros encontrados no Texas, Alasca, Colorado e Montana nos Estados Unidos. A descoberta revelou que o material estudado tinha entre 22.000 e 39.000 anos de idade. Resultado: Os cientistas foram censurados e o resumo foi removido do site da conferência, pois era impossível que o carbono-14 estivesse presente em fósseis tão “velhos”.

Em 2013, o cientista Mark Armitage, da Universidade Estadual da Califórnia, encontrou tecidos moles com DNA presente no crânio de um Triceratops (tendo em conta que o DNA se degrada rapidamente). Isso significa que de alguma maneira o material foi preservado ileso desde a morte do animal. Após a publicação da sua descoberta, o cientista foi demitido por inferir que as estruturas achadas talvez tivessem milhares de anos ao invés de milhões.

Atitudes como as relatadas acima não somente impedem a realização de testes com a datação por carbono, senão que também inibem novas pesquisas, cerceiam a liberdade acadêmica e discriminam conclusões diferentes da tradicional teoria darwinista, o que, em seu conjunto, termina prejudicando o progresso da ciência.

A crença de que os dinossauros viveram há milhões de anos tem se tornado um verdadeiro dogma. No entanto, a posição está se tornando cada vez mais difícil de ser defendida (os dados falam mais alto do que as ideias preconcebidas!). Agora em 2015, pesquisadores publicaram seus resultados no projeto iDINO (investigation of Dinosaur Intact Natural Osteo-tissue), projeto que se dedica entre outras coisas a estudar a conservação dos tecidos moles em fósseis de dinossauros. Nos dados publicados, as idades das amostras variam entre 17.850 e 49.470 anos.

Seguramente estes cientistas continuarão a ser discriminados, banidos e suas publicações descartadas. Afinal, é o que os evolucionistas vêm fazendo quando sua fé é atacada. Mas encorajamos aos verdadeiros cientistas, aos que se baseiam nos dados e nas probabilidades mais altas, a perseverar. Afinal, todos merecemos saber a verdade sobre a real cronologia da vida na Terra, doa em quem doer.

© Daniel Andrés.


Fontes:


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