Cientistas encontram ancestral humano “Gigante”.



Cientistas encontraram na Tanzânia, parte da mão de um suposto ancestral humano de “1,84 milhões de anos” de antiguidade. O objeto achado especificamente é a falange proximal do quinto dedo da mão esquerda. A descoberta coloca em dúvida (outra vez) a cronologia evolucionista.

O artigo científico foi publicado na Nature Communications e a noticia foi divulgada em inglês pelo Dailymail. No entanto, a descoberta sofreu um efeito semelhante ao da brincadeira do “Telefone sem fio”, pois alguns portais –como o History, dentre outros– já estão falando que o osso pertenceria a um ancestral de 3 metros de altura.

Na realidade a notícia veiculada no Dailymail afirma que se o osso fosse proporcional aos encontrados em corpos humanos modernos, o ancestral teria medido por volta de 5 pés e 9 polegadas, o que dá 1 metro e 75 centímetros; o que é um “gigante” em relação ao Homo habilis (que media por volta de 90 centímetros), mas não em relação a nós.

Um dos fatos interessantes sobre esta descoberta é que pela anatomia óssea pode ser concluído que a mão moderna –capaz de fabricar e utilizar ferramentas– já existia 400.000 anos antes do que se pensava.

Na cronologia evolucionista, foi o Homo habilis o primeiro a utilizar ferramentas de pedra, mas os fatos obrigarão a uma porção da comunidade científica a rever suas convicções. Não há problema algum nisso, pois as verdades da ciência são dinâmicas. O conhecimento se renova com base nas evidências. O problema é a teoria darwiniana em si, pois não é ciência, senão que uma ideia filosófica.

© Daniel Andrés.


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