Quem vivia na terra? Encontram ferramentas mais antigas do que os primeiros homens.



Uma descoberta feita no Quênia está deixando cientistas e paleontólogos de todo o mundo extremamente inquietos. Isto porque tal descoberta obrigará à comunidade científica a rever conceitos, datas e dogmas. Trata-se da descoberta de 150 ferramentas de rocha, dentre as quais se encontram martelos, bigornas e pedras esculpidas. O problema é que tais ferramentas seriam de 3,3 milhões de anos atrás, 700.000 anos antes do aparecimento dos "primeiros homens" na linha do tempo evolucionista.

A descoberta feita por 22 arqueólogos foi publicada na revista Nature e a principal incógnita é "quem fez as ferramentas?". Os cientistas suspeitam do Kenyanthropus platytops, cujo crânio foi achado a 1 km de distância em 1991. Outras espécies da "mesma era" como o Australopithecus afarensis ou algum tipo ainda não conhecido de Homo, são suspeitas.

No local não foram encontrados fósseis, somente ferramentas, as que se acredita tenham sido utilizadas para conseguir alimentos e prepará-los para o consumo. Alguns cientistas opinam que é perfeitamente plausível que seres "menos evoluídos" do que o Homo habilis sejam os responsáveis pela fabricação e o uso das ferramentas achadas, já que existem dados que indicam que animais terrestres e marinhos como chimpanzés e golfinhos já utilizaram ferramentas ao longo da sua evolução e continuam se valendo delas. Esta teoria, porém, é muito controversa e não é aceita por toda a comunidade científica.

Evidentemente, uma coisa é utilizar uma ferramenta -como uma varetinha para alcançar as formigas dentro de um formigueiro- e outra muito diferente é fabricar 150 ferramentas planejadas, complexas e esculpidas, cada uma com um propósito. As ferramentas encontradas demonstram inteligência e planejamento, da mesma forma como o fazem todos os elementos naturais, desde os maiores até os menores. Eles demonstram -ao igual que as engrenagens de um relógio- que houve planejamento, inteligência e propósito para cada um. No entanto, apesar destas evidências visíveis, muitos preferem acreditar nos falhos métodos de datação e nos míticos milhões de anos. Aí é com cada um.

© Daniel Andrés.



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